MOULIN ROUGE paris . frança
concurso internacional . concluído
2009


O conceito principal desta proposta é sobre movimento, sugerido pela função, mas também sobre outras questões, o que é um moinho de vento, o que é um edifício e qual é o futuro da arquitectura, de alguma forma, a arquitectura chamada verde pode ser alcançada como um conceito integral, usando a construção como paradigma sustentável. Nesta proposta, o novo conceito do moinho, age como um edifício icónico, mas também como um moinho de vento.

Esta “construção” é o novo moulin rouge em si, e não um objecto exterior. Este conceito é alcançado criando uma matriz de tubos de plástico, cada um como um papel essencial no processo, suspensos desde o topo até o chão. Este volume de luz transforma a arquitectura padrão em algo mais leve, sem limites, um espaço para descobrir e para andar dentro O sistema é sobre a forma livre, e movimento, esses elementos reagem cm a acção do vento e dos movimentos de pessoas.

Nosso principal objectivo era criar uma fachada contemporânea/corpo/ arquitectura que poderia transmitir mais do que apenas um aspecto visual. É também um edifício táctil, e tudo sobre movimento, transformando a experiência do visitante e do bailarino em outra coisa. Este é um volume multifuncional, a fachada não é apenas um plano de plano, é o próprio edifício como um elemento global, transformando o espaço interior, criando espaço, absorvendo o espaço, interagindo com a presença humana, produção de energia com seus movimentos... O novo moulin rouge é uma metáfora de uma arquitectura completa.

FICHA TÉCNICA
tipo: concurso
cliente: architectum
localização: paris, frança
arquitectura: ines gomes, nuno gonçalves, simone cunha, tiago moniz, vitor ribeiro
engenharia:
visualização: beyond-architects
custo: 1.500.000 €
dimensão: 2.500 m2
estado: proposta de concurso

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